Resgate e transferência de Macaco-aranha em Curuá para zoológico em Santarém

Resgate e transferência de Macaco-aranha em Curuá para zoológico em Santarém

Este artigo aborda resgate e transferência de macaco-aranha em curuá para zoológico em santarém de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

Resgate do macaco-aranha em Curuá

Um macaco-aranha foi resgatado no município de Curuá, no oeste do Pará, após ser encontrado em cativeiro em uma residência. O resgate ocorreu durante uma ação policial que tinha outro objetivo, e contou com o apoio da Polícia Civil, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e do Zoológico da Unama.

O animal, que foi mantido em cativeiro desde filhote por uma família, foi apreendido e encaminhado aos cuidados do órgão ambiental de Curuá. Posteriormente, foi transferido para o zoológico de Santarém, onde aguardava vaga há cerca de um mês. O caso foi encaminhado à Justiça por se tratar de crime ambiental.

Segundo informações da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Curuá, o macaco, nomeado Carminha, perdeu parte de seus instintos naturais devido ao longo período em cativeiro. Ele foi condicionado a consumir alimentos inadequados e apresenta sinais de estresse desde sua chegada ao zoológico. A equipe do ZooUnama está trabalhando em um processo de readaptação controlado e adequado, visando a possível reintegração à natureza.

Transferência para o zoológico de Santarém

O macaco-aranha resgatado em Curuá foi transferido para o zoológico de Santarém, no oeste do Pará, após ser encontrado sendo criado ilegalmente em uma residência. A ação de resgate e transferência contou com a colaboração da Polícia Civil, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e do Zoológico da Unama (ZooUnama).

Segundo informações do secretário de Meio Ambiente de Curuá, Antônio Carlos Lavor, o macaco, que recebeu o nome de Carminha, foi encaminhado aos cuidados do órgão ambiental após a apreensão. Posteriormente, ele foi transferido para o zoológico de Santarém, onde aguardava vaga há aproximadamente um mês. O animal, que passou por um período de domesticação inadequada, perdeu parte de seus instintos naturais e agora está sob os cuidados da equipe técnica do zoológico.

Ao chegar no zoológico, o macaco-aranha apresentou sinais de estresse, o que levou a equipe a acionar o protocolo de quarentena. O professor Hipócrates Chalkidis, responsável técnico pelo zoológico, explicou que o objetivo inicial é realizar um processo de readaptação em um ambiente controlado e adequado. Caso não seja viável a reintegração do animal à natureza, ele permanecerá sob cuidados permanentes no zoológico de Santarém.

Cuidados e readaptação do animal

Após o resgate e transferência do macaco-aranha de Curuá para o zoológico de Santarém, os cuidados e a readaptação do animal são fundamentais para garantir seu bem-estar e possíveis futuras reintegrações à natureza.

De acordo com informações da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, o macaco, que recebeu o nome de Carminha, perdeu parte de seus instintos naturais devido ao longo período em cativeiro. Ele foi condicionado a consumir alimentos inadequados, o que compromete sua dieta e saúde.

A equipe do zoológico informou que o animal apresenta sinais de estresse e, por isso, foi colocado em quarentena. O professor responsável técnico pelo local explicou que o objetivo inicial é realizar um processo de readaptação em um ambiente controlado e adequado. Caso a reintegração à natureza não seja possível, o macaco deverá permanecer sob cuidados permanentes no zoológico.

Situação legal do caso

O resgate e transferência do macaco-aranha em Curuá para o zoológico em Santarém levantou questões sobre a situação legal do caso. De acordo com o capitão da PM, Jesus Ferreira, o animal foi apreendido durante uma ação policial que inicialmente tinha outro objetivo, demonstrando que sua posse era ilegal. Ele era mantido em cativeiro por uma família, o que configura crime ambiental de acordo com a legislação vigente.

Após a apreensão, o macaco foi encaminhado aos cuidados do órgão ambiental e transferido para o zoológico em Santarém, onde aguardava vaga há cerca de um mês. O caso já foi encaminhado à Justiça, o que indica que a questão legal está sendo tratada de forma adequada e que os responsáveis pelo crime ambiental serão responsabilizados pelas autoridades competentes.

A situação do macaco, que recebeu o nome de Carminha, é delicada devido ao longo período em que foi criado em ambiente doméstico, o que comprometeu seus instintos naturais. O protocolo de quarentena foi acionado no zoológico para garantir sua segurança e bem-estar, enquanto são avaliadas as possibilidades de readaptação. Caso não seja viável sua reintegração à natureza, o animal deverá permanecer sob cuidados permanentes no zoológico, em conformidade com as leis de proteção aos animais.

Fonte: https://g1.globo.com