Riscos de Manter animal silvestre em casa e Legislação Ambiental

Este artigo aborda riscos de manter animal silvestre em casa e legislação ambiental de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.
Prática Comum e Crime Ambiental
Manter animais silvestres em residências, mesmo sendo uma prática comum em algumas regiões, é considerado crime ambiental e traz riscos tanto para a saúde humana quanto para a fauna. De acordo com o capitão Jesus Pereira, chefe da primeira sessão da Companhia de Policiamento Ambiental (Cipamb) em Santarém, essa prática persiste devido a hábitos antigos de criação doméstica.
O capitão ressaltou que a criação ilegal de animais silvestres pode causar danos severos, como estresse, alimentação inadequada e mutilações para evitar fugas. Além disso, há o risco de transmissão de doenças e o sofrimento causado pelo confinamento. Entre os animais mais apreendidos na região estão curiós, papagaios e jabutis, e o comércio ilegal é considerado mais grave do que a posse irregular.
A legislação prevê penalidades para quem mantém animais silvestres ilegalmente, podendo resultar em detenção de seis meses a um ano ou multa. Em casos de maus-tratos, a pena pode ser de até três anos, além de sanções financeiras. O capitão destacou a importância da entrega voluntária para evitar penalidades e ressaltou que quem compra animais ilegais também pode ser responsabilizado por receptação.
Impactos à Saúde Humana e Fauna
A prática de manter animais silvestres em residências, além de ser crime ambiental, representa um risco tanto para a saúde humana quanto para a própria fauna. Segundo o capitão Jesus Pereira, chefe da primeira sessão da Companhia de Policiamento Ambiental (Cipamb) em Santarém, os hábitos antigos de criação doméstica persistem e causam danos severos aos animais, como estresse, alimentação inadequada e mutilações para impedir fuga. Essa situação prejudica não apenas os animais, mas também os seres humanos, devido ao potencial de transmissão de doenças e ao sofrimento causado pelo confinamento.
Os animais mais apreendidos na região incluem curiós, papagaios e jabutis, sendo o comércio ilegal considerado mais grave do que a posse irregular. A recente apreensão de cerca de 180 aves em gaiolas resgatadas com vida ilustra a gravidade da situação. Além disso, a presença de animais silvestres em casa representa um risco de ataques, especialmente em residências com crianças, uma vez que mesmo domesticados, esses animais podem reagir de forma agressiva em situações de estresse e transmitir bactérias por meio de mordidas ou bicadas.
A legislação prevê penalidades severas para quem mantém animais silvestres ilegalmente, incluindo detenção de seis meses a um ano ou multa. Em casos de maus-tratos, a pena pode chegar a três anos, além de sanções financeiras. Com o objetivo de conscientizar a população e evitar penalidades, a Cipamb incentiva a entrega voluntária de animais silvestres, garantindo o encaminhamento correto para instituições como o ZooUnama, parceiro no processo de reabilitação. Denúncias e pedidos de resgate podem ser feitos pelo canal 190, que aciona as equipes especializadas.
Gravidade do Comércio Ilegal
O comércio ilegal de animais silvestres é uma prática grave que traz consequências sérias para a fauna, o meio ambiente e a saúde humana. Na região oeste do Pará, a venda clandestina de animais como curiós, papagaios e jabutis é uma realidade preocupante, que coloca em risco a biodiversidade local.
O capitão Jesus Pereira, chefe da primeira sessão da Companhia de Policiamento Ambiental (Cipamb), alertou para a gravidade desse comércio ilegal, destacando que as apreensões frequentes de animais mantidos em cativeiro demonstram a dimensão do problema. Além disso, ele ressaltou que a posse irregular desses animais também é uma infração grave, sujeita a penalidades previstas na legislação ambiental.
É importante conscientizar a população sobre os riscos envolvidos na compra e manutenção de animais silvestres em casa. Além de contribuir para o tráfico ilegal de espécies, essa prática pode resultar em problemas de saúde, ataques e até mesmo maus-tratos aos animais. A denúncia de casos de comércio ilegal e a entrega voluntária de animais silvestres são medidas essenciais para combater essa prática criminosa e proteger a fauna local.
Riscos de Ataques e Penalidades
Manter animais silvestres em casa pode trazer diversos riscos, tanto para os próprios animais quanto para os moradores. Mesmo animais domesticados podem reagir de forma agressiva em situações de estresse, colocando em perigo a segurança das pessoas, principalmente crianças. Além disso, a transmissão de doenças por meio de mordidas ou bicadas é uma preocupação constante.
Além dos riscos à saúde e segurança, a criação ilegal de animais silvestres também acarreta em penalidades severas. De acordo com a legislação ambiental, quem mantém animais silvestres ilegalmente pode ser punido com detenção de seis meses a um ano, além de multa. Em casos de maus-tratos, a pena pode chegar a três anos de detenção, juntamente com sanções financeiras. A compra de animais ilegais também é considerada crime, configurando receptação.
Diante desse cenário, a Companhia de Policiamento Ambiental (Cipamb) ressalta a importância da entrega voluntária de animais silvestres. Essa atitude colabora para a preservação da fauna e evita possíveis penalidades legais. Denúncias e solicitações de resgate de animais devem ser feitas através do canal 190, que aciona as equipes responsáveis e garante o encaminhamento adequado, como para o ZooUnama, parceiro no processo de reabilitação.
Fonte: https://g1.globo.com





